Podia dissertar
(bastantes mesmo) sobre os acontecimentos dos últimos dias. Sobre ódio. Sobre convições. Sobre liberdade. Sobre viver no ocidente. Sobre ser do ocidente. Sobre ser. E sobre "o" ser. Opto por não o fazer porque simplesmente não há - e não haverá nunca - palavras que expliquem como pode alguém matar um ser humano com esta frieza, calculismo e desprezo pela vida. Não há. Ausência de palavras. Luto.
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